sexta-feira, 1 de agosto de 2008

-.-

Sustenho a respiração enquanto a minha pele se rasga. Assisto ao desmoronar dos objectivos que tracei e vejo o céu a abrir-se perante mim enquanto os meus braços se mantém imóveis. O meu grito silencia-se. Naquele momento, julgo que o fim me abraça e que a morte é o ponto final para toda a dor. Mas pouco tarda para perceber que aquele momento é uma simples passagem para o obsceno mundo em que a solidão me faz companhia e os medos se mantém triunfantes. Tinha tanto receio de voltar a este sítio, mas sou fraca e acabo sempre por deixar que me empurrem para aqui. Não encontro um único motivo para que o sangue percorra as minhas veias, não entendo porque é q continuo a respirar. Anseio o dia em que o fim me abraça e a morte finda a minha dor.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

a obscena realidade regressa smp...

Smp q a felicidade renasce dentro d mim é por breves instantes.
Uma mão forte puxa_m e arranca_m as asas q m deixavam voar para ajudar a felicidade a renascer.
A felicidade é um mero desejo inatingível e a tristeza é a dura e obscena realidade… nada bate certo, nada vale a pena. Dava tudo para q o meu sorriso fosse etreno…
Resta_m a saudade daquilo q julgei ter…Resta_m ficar aqi sentada ansiando q a felicidade renasça por breves instantes…

quarta-feira, 2 de julho de 2008

(...)




A dor percorre as minhas entranhas. Odio, inveja e raiva apoderam_s do meu peito. Nada faz sentido...Assistes a minha descida ao túmulo na primeira fila e simplesmente aplaudes...


Qero voar...qero sentir o rasgar da minha pele para q as minhas asas renascam e eu volte a possuir o poder d voar...


Nao posso continuar com os braços cruzados e sentir o sangue proveniente das feridas q causaste escorrer em meu corpo e levar todos os sonhos nessa imensa corrente.


''Sou tudo para uns e nada para outros'' (by mel)


Saber q sou tudo para uns, faz_m viver um dia após o outro com a mínima força necessária...

terça-feira, 1 de julho de 2008


Sinto a dor, q m sufoca num abraço obsceno. Sinto as amarras q m prende a este sitio onde nao quero estar. A felicidade escapou por entre os meus dedos.

D q vale fingir um sorriso?!

D q vale secar as lágrimas?!

O sorriso nunca será sincero e as lágrimas continuaram escorrendo em minha face...


''o desejo d atingir o inatingível faz_m viver o presente ansiando pelo futuro longuinquo onde tudo finita e os meus olhos s cerram pa todo o sempre!''

sábado, 28 de junho de 2008

Tristeza...



Olho nos olhos d qem tenta levar_m ao túmulo. Os medos assistem triunfantes a minha queda e os sonhos desfazem_s, convertendo_se numa mera ilusão. A dor e tão forte...é sempre mais forte q eu. Sempre q a enfrento caio neste chão frio q suporta todas as quedas. Sou fraca, sou uma alma estilhaçada, sou algo q outrora soube sorrir. Tenho medo d olhar o mundo puq sei q este ser em q m converti não e o ser q outrora fui. A saudade d todos os sorrisos, sorrisos estes q se perdem no meio d tantas lembranças amargas, da_m força para lutar...da_m força para fazer com q aqela alma sorridente q outrora habitou o meu peito, volte a incorporar_m.

domingo, 22 de junho de 2008

Puq tens sido o meu apoio


Para uns nao sou nada, para outros sou tudo...

A força das circunstancias arrastam a minha vida, desta forma q por vezes s torna dolorosa. As amizades sustentam o meu espirito e fizeram o meu sorriso renascer.


Obigada menina paticia


*por todos os momentos

*por todo o apoio

*por tares smp aqui

*por seres como es

*por dizeres as palavras certas

*por ser aquela amiga q eu AMO...

segunda-feira, 5 de maio de 2008

''Sinto tudo o que digo mas nem sempre digo tudo o que sinto''


Basta um mero toque teu para eu ganhar asas e voar para esse mundo só nosso onde o sorriso puro habita o meu rosto.
Acorrentaste-me neste local onde a tristeza é a minha única companhia e a felicidade uma mera ilusão.
O desejo de atingir o inatingível, faz-me viver o presente ansiando pelo futuro longínquo onde tudo finita e os meus olhos se cerram para todo o sempre.
A corrente de lágrimas inunda o meu espaço petrificando o meu corpo. E subitamente, a raiva e a fúria apoderam-se do meu peito convertendo-me num ser que desconheço. A mágoa proveniente da tua eterna ausência não faz com que te veja de uma forma desigual que outrora vi, simplesmente transforma todos os meus medos em força.
E quando julgo que não há uma única razão para que o sangue continue percorrendo as minhas veias, tu tocas-me em silêncio e os teus braços envolvem-me convertendo o desespero em serenidade.

Os segundos não passam, o meu mundo é agora apenas escuridão, escuridão essa que me envolve convertendo os meus sonhos em pesadelos.
O teu último olhar é o motor de arranque para atirar os teus dias para fora dos meus. Mas a saudade dos nossos momentos não tarda em regressar e toda essa força transforma-se em ilusão.
Sinto a tua mágoa, sinto o peso das correntes que me puxam para esse poço tão fundo onde tu não vives e a solidão é a única companhia. Sempre que choras, sempre que te magoam é o meu sangue que jorra das tuas feridas.
Tu és aquele que eu preciso e eu tentei ser aquela que tu querias mas, tentar igualar-me à tua perfeição de nada valeu.
O teu mundo continua análogo. Essa indiferença arranca as asas dos meus sonhos. Um pouco de mim aniquila-se a cada segundo que passa sem te ter do meu lado.
Ver-te sorrir alimenta-me a alma, mas saber que não signifiquei nada e que em tão pouco tempo o teu sorriso consegue ser tão sincero esmaga-me o coração.

O percorrer do sangue em minhas veias reflecte o rasgar do teu sorriso, um sorriso tão angelical que subtrai aos olhares alheios todos os teus mistérios ocultos.
Tens um brilho no olhar, um brilho tão puro e com tanta serenidade para oferecer mas que em certos instantes escurece. Essa tua obscena opção converte-o num poço obscuro que reflecte o encurtar dos teus dias e a tua transformação em cinza.
Sem dares conta vais descendo ao túmulo.

Sou um alma condenada as portas do Progatório mas que por vezes vagueio na terra, com forma humana. Sou quem não quero ser, sou a tua rejeição.
Caminho do teu lado sem que me sintas e essa tua maldita escolha corrói-me o peito enquanto te manténs indiferente ao mundo alheio.
Um mero olhar teu reflecte no meu peito todo esse mal que aos poucos te faz descer ao túmulo sem que te apercebas.

A dor arde nas minhas entranhas, lágrimas de sofrimento e dor rolam em meu rosto, as feridas continuam sangrando. O tempo corre veloz e as memórias estão presentes nesta alma estilhaçada que sou. Os laços foram quebrados, a indiferença separou-nos. Sou a sombra de alguém que outrora decidiu partir para outro mundo. O meu sangue gela e o meu coração endurece e esta maldita mágoa perdurará para sempre.

Um fervor de mágoa palpita no meu coração, sobe pelo meu peito, queimando a minha garganta e explode nos meus olhos, fragmentando-se em milhares de gotas que deslizam pela minha face, gotas essas a quem alguém outrora decidira chamar-lhes lágrimas. Essas lágrimas, puro reflexo da angústia do meu coração, secam ao serem expostas a um longo suspiro penoso.
Por isso choro, choro porque o meu coração se despedaçou juntamente com a pura ilusão de que juntos iríamos ser felizes.
Se não tens coragem para me amar, então não me ames, não faças nada que possibilite o renascimento da obscena ilusão que outrora me destruiu.
Não me ames, não me olhes, não me fales, não faças nada. Deixa que eu fique a pensar que não sentes nada por mim, é mais fácil esquecer alguém que me ignore do que esquecer alguém que goste de mim. Por vezes, julgo que não sou indiferente dentro do teu peito e por isso aguardo-te. Deixo a vida suceder enquanto me mantenho imóvel neste mundo á parte onde a ânsia da tua chegada é o único motivo pelo qual o sangue continua correndo em minhas veias.

Os momentos mais sombrios da minha existência são momentos como este, momentos em que duvido de mim mesma. Sinto-me vazia e repleta de medo. Sinto-me triste, contudo as lágrimas teimam em não cair. Anteriormente chorava como forma de suavizar esta dor que aperta o meu coração, esmaga os meus ossos e que aos poucos me faz descer ao túmulo, mas actualmente não consigo chorar, as lágrimas secaram e foi na escrita que reencontrei uma forma de libertar todo o mal que me atormenta.


domingo, 23 de março de 2008

Chorei, choro e vou chorar sempre que o meu coração pedir!


Ontem
eu chorei por tudo o que eu queria ser e não sou...

Ontem
eu chorei porque eu descobri que as pessoas se esquecem muito rápido umas das outras...

Ontem
eu chorei porque eu descobri que nem tudo na vida são flores...
Ontem
Eu chorei porque descobri que muitas vezes temos que sofrer para aprender a dar o devido valor a vida...

Ontem
eu chorei porque descobri que muitas vezes o problema da gente é causado por nós mesmos....

Ontem
eu chorei porque eu vi que não vale a pena colocar outras pessoas sempre em primeiro lugar na nossa vida porque elas nunca dão valor a isso...
Ontem
eu chorei por todos os dias em que eu não chorei por medo de deixar alguém preocupado comigo...
Ontem
eu chorei por tudo o que eu deixei de falar por medo de magoar alguém...
Ontem
eu chorei um choro calado, um choro escondido, mas um choro que me deixou tranquila...

=''(


Choro para dizer por lágrimas o que o coração sente...

mas que por algum motivo a boca recusa-se a dizê-lo!

segunda-feira, 3 de março de 2008

Hoje quem treme sou eu, quem chora sou eu, quem me expulsou foste tu.


Houve sempre a noite e o dia. A lua e as estrelas. Os planetas e o sistema solar. O querer e o mais que bem querer.
Do outro lado houve tambem 'aquela' e a 'outra'.
Mas para mim, foste só tu!
Nunca pensei em outros olhos ... Nunca ouvi outras vozes ... Nunca as músicas foram tão de alguem, como as tuas. Nunca as palavras tiveram só um sentido, como as que me disseste. Nunca um corpo tanto de outro como o meu do teu.
Hoje, perco-me no tempo a juntar o puzzle.. A encontrar o sentido roubado, o abraço perdido, a tolerância desencontrada. Quero respostas, certificados longos, palavras sinceras. Respirar verdade, 100% de verdade! Quero olhar ao espelho sem que ele se parta no passado, onde fui quem tu precisavas e tu, aquele que eu queria.
E quando nada bate mais certo, julgu que a raiva seria sempre mais forte, os laços sempre mais fracos e a mágoa o motor de arranque para atirar o coração ao ar e os teus dias para fora dos meus.
Julguei que quando as pessoas nos magoam passávamos a gostar menos delas e simplesmente íamos embora. As paredes nunca foram tão frias. E as dúvidas espraiam-se pelo quarto arrefecido e a certeza deu lugar aá inssegurança. Amo-te mais do que o que me amo a mim.
A pele vai ficando seca e há palavras que não me saiem da cabeça.
Hoje quem treme sou eu, quem chora sou eu, quem me expulsou foste tu.
Há demasiado vazio cá dentro.. Se brincavas comigo, eu amuava contigo, mas tu dizias-me 'Anda cá' e eu ia ...


Simplesmente te amo. Perder-te doeu e ainda doi muito!